Hoje disse ao Djan-sensei que faria um post importante.
Okay, serei sincera, será importante para mim mas para o resto do mundo talvez não passe de trivialidade.
Queria perguntar uma coisa aos senhores, mas é algo mais próximo, tanto que os chamarei de "vocês", se me permitirem tal feito, claro.
O que quero perguntar nunca havia vindo à minha mente antes, entretanto, outro dia, saindo de casa, pensei "será que todos sentem uma dor no coração quando estão tristes?".
Hein? Será que todos sentem?
Ou melhor, vocês já sentiram essa dorzinha?
Às vezes ela parece uma agulha, espetando o fundo do coração, e em outras, parece que irá nos sufocar.
Eu sei que é algo estranho de se perguntar, e também íntimo demais, mas meu coração curioso e já espetado por essa dor, e já sufocado por esta, quis saber... Então, a questão está lançada. Sim, sim, foi um post bem curto para algo que chamei de tão importante, mas é que eu sou curiosa. Agradeço a atenção! E quem puder responder... agradeço mais ainda!
Nameless; where is my cat?
Coração curioso
terça-feira, 27 de maio de 2008
Imaginado por Paula Guerra às 08:50 1 comentários
Tori no Yasashisa - Delicadeza do Pássaro
A Vontade de Amarrar
Pois quando você vai embora,
ai, isso se demora.
Esta dor que chora a sua falta.
Assim que você sai
minha vontade é de te trazer de volta.
Mas você não pode fazer a volta de volta.
Então, fico tão sozinha.
Num mar de insegurança,
me afogo entre dor e desesperança,
bem como quando era criança
e minha mãe ia à feira,
saia, sem saber, me deixava sem beira.
Quero trazer você para mim,
só para não ficar assim.
Mas não posso.
Se não te posso quero trazer o vosso,
trazer o mundo para junto,
enterrar esta dor no profundo.
Você diz que contra meu medo
não irá levantar mais um dedo.
Pois quer minha liberdade,
e aprecia minha vaidade
bem de quando estou à vontade.
Sei que você vai ficar bravo,
você me lembra um cravo...
E sei que você vai ficar bravo,
mas não fique assim,
isto faz parte de mim.
Que você e eu somos mim,
e é justo que nós fiquemos juntos,
pois eu e você somos nós.
Então, se é justo, quero que fique justo
e te amarrar contra meu busto
para jamais errar, jamais te perder e ter de encontrar.
Simplesmente para estar.
Imaginado por Paula Guerra às 08:50 0 comentários
"Miranda, Miranda, Miranda Azarada"
Hoje acordei e assisti um episódio de um anime, D.Gray-Man, onde uma das personagens do episódio era uma azarada chamada Miranda. Tão sofrida, tudo que fazia dava errado, então ela caia no choro.
Lembro-me da musiquinha que os garotos de onde ela morava haviam inventado e todo dia cantavam para ela. "Miranda, Miranda, Miranda azarada. Não seja deprimente, sua louca. Procurando emprego hoje? Você será despedida logo, de qualquer jeito!"
E, como percebe-se, eles não tinham dó dela. Ah, e, sim, a música era em japonês.
No entanto, mesmo com o tema deprimente, fui cantando esta musiquinha em minha ida para a escola. E hoje aconteceram coisas que fizeram me sentir como a Miranda, coisas, como há de ser, deram errado de novo. E fiquei triste e abalada... de novo.
Hoje quis um abraço, mas se me abraçassem eu me deslaçaria dos braços de quem quer que fosse e fugiria rapidamente. Está certo, que de algumas pessoas, o abraço talvez fosse bem-vindo. Pois bem, estas nunca me abraçariam!
Então, cai mais uma vez no meu constante problema: o que faço de certo?
Tudo que vejo parece errado.
Quem vou deixar que me ajude?
Tenho medo de me perder se eu permitir ajuda.
Ai, ai. Mas a vida continua, e cá estou eu tentando novamente, por mais que doa e canse vou aprender com meus erros, e sozinha.
Bai!
P.S.: Sim, foi um post apenas para relatar isto. Errado, não?
Talvez.
Imaginado por Paula Guerra às 08:50 2 comentários
